Como seres humanos, passamos os segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses, anos... enfim uma vida inteira a tentar controlar tudo e todos.
Acreditem que é a mais pura das verdades. Um comportamento inato ao ser humano. Duvidam? Olhem a volta... para vós mesmos, o vosso dia a dia.
Eu ajudo. Começamos o dia (após um controlo ao deitar), mas começamos o dia a controlar o tempo. Reparem no mero e insignificante despertador que toca.
Vestir e para alguns estudar, mas acredito que quem irá ler estas pequenas palavras conjugadas, já esteja em idade de trabalho nao?
Parecendo que não meus caros... acabei de controlar a elevação deste texto.. nao?
Ora bem, controlamos o nosso trabalho, controlamos as deslocações que fazemos pela cidade, o nosso almoço, as amizades, controlamo-nos para que não nos chamem de louco.
ate controlamos um pequeno grande e promenor... controlamos a nossa propria vida. De uma ponta à outra. Ridículo? Digam-me voces.
Não passamos de espíritos encarnados com a vontade inata de controlar e tudo aquilo que nao controlamos, ou não gostamos, reagimos de uma maneira menos própria
ou então, temos medo. Como poderemos ter medo de perder o controlo? Não estamos vivos? Não pedimos para nascer? Então porque temos medo da nossa propria vida?
Porque temos medo de simplesmente sermos nós mesmos? Com que direito divino desperdiçamos este tempo, este espaço temporar e não fazemos para ser a melhor pessoa
possivel, para sermos o mais puro possível, com que direito tiramos a nós mesmos, o direito de ser felizes?
Hoje ouvi de uma alma pura e iluminada a seguinte expressão "não passamos de calhaus a interromper o percurso natural do rio".
Alguns podem-se rir com esta frase. Não faz mal. Não se controlem. Não é fantástico não o fazermos? Há imensas regras impostas nesta socidade carregada de preconceitos e
ideias pré-estabelecidas para termos que criar regras para nós mesmo nao?
Assim sendo, e continuando no tema desta frase fantástica, lembrei-me de uma ideia. Fabulosa? Não sei. Ridicula? Possivelmente, mas fez-me rir. E cheguei a conclusão
que perante a minha verdade, perante o meu ser, fez todo o sentido.
Deixo-vos um exercicio. Reflitam no que vos digo abaixo. Riam perante ela e peço-vos um favor: comentem este post. Coloquem a data em que
leram este texto, reflitam e digam-me o resultado. Será que alguem o irá fazer? Não é importante. Importante sim, é que busquem a felicidade.
Fechem os olhos e imaginem um rio belo. Reparem como a agua lipida e pura flui. Observem o "calhau" lá bem no meio que teima em não sair do caminho natural da fluidez.
Agora vejam as associações:
Rio - a vossa vida
O fluir das aguas divinas - a vossa vivencia, o fluir das vossas próprias vidas terrenas
O "calhau" - Voces
Acham que conseguem alcançar o estado de espirito que permite deixar o riu fluir? Reflictam sobre vós mesmos e pensem no que podem mudar para que a corrente tome o seu
percurso natural. Deixem seguir... vivam naturalmente.
Experimentem por dois pequenos dias.
Lembrem-se sempre, que procuramos respostas para tudo. Procuramos sempre controlar o que nos rodeia. Será isso realmente importante?
A procura começa por uma busca interna para alcançar o conhecimento de vós mesmos. A procura da vossa verdade.
E tu... conheces-te?
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A existencia do perdoar
A vida, a nossa existencia é um ciclo. Assim sendo, poderei então afirmar que a vivencia terrestre não é mais do que um processo. Estarei enganado?
Teremos nós, almas encarnadas, de passar por tristezas para de facto sermos felizes? Sofrer para amar? Chorar para sorrir? Morrer para renascer?
Será este um processo com o intuito de valorizarmos a existencia? Os nossos sentimentos? Ou um simpes e no entanto complexo processo de aprendizagem,
de descoberta, a procura do auto-conhecimento, o renascimento?
Por cima de todas estas questões, coloco outras, para ti que les estas meras palavras, não pretendo respostas dadas a mim, mas responde para ti mesmo:
- Será que nos conhecemos de facto?
- Quem és tu?
- Conheces-te de facto?
- Qual a tua essência?
- Qual o teu caminho?
- Qual a tua verdade?
Acredito que individualmente atravessamos um processo magnifico de altos e baixos, de sentimentos contraditórios e constragedores, apenas por um
motivo, com um intuito. Descobrir, perceber e caminhar sobre a nossa própria verdade.
Cada um tem a sua, somos um ser uno. Não é fascinante?
Acredito tambêm em etapas dentro de todo este processo, atenção que não me considero o dono da razão, e do conhecimento supremo, mas identifico algumas
etapas que me fazem sentido, algumas que considero fundamentais para o início de um processo de auto-conhecimento e tambêm, para os primeiros passos para
uma tranquilidade sem igual, para a paz para connosco.
O divino
Acreditar e reconhecer a sua existência, a força, tranquilidade que apenas este nos pode oferecer, assim como, o seu olhar atento. Os sinais que nos
transmite, as punições que pratica sobre nós e as dadivas que nos dá.
Reconhecimento Próprio
Reconhecer e compreender que somos meramente uma alma, um espírito, que escolheu vir ao mundo e passar por todo este processo de vivência.
Façam merecer esta vida. Foram vocês que escolheram cá estar.
Perdoar
A meu ver, um dos passos mais importantes de todo este processo, este percurso.
Perdoar não é esquecer, é perdoar simplesmente.
Reparem, quem somos e com que direito apontamos o dedo, guardamos rancor, criticamos, castigamos os outros os nós mesmos, quem somos para considerar
o que é justo, avaliar (que palavra terrivel), avaliar comportamentos, acções...
Perdoar. É necessário perdoar. Se não sabemos a nossa própria verdade e mesmo quando o sabemos, saberemos a dos outros? As acções, os comportamentos de
outrém não fará parte da verdade dessa mesma pessoa? Cada um tem a sua e temos que aprender a perdoar, aceitar, compreender... perdoar.
Este percurso está cheio de desilusões, não queiram ser a vossa própria.
Teremos nós, almas encarnadas, de passar por tristezas para de facto sermos felizes? Sofrer para amar? Chorar para sorrir? Morrer para renascer?
Será este um processo com o intuito de valorizarmos a existencia? Os nossos sentimentos? Ou um simpes e no entanto complexo processo de aprendizagem,
de descoberta, a procura do auto-conhecimento, o renascimento?
Por cima de todas estas questões, coloco outras, para ti que les estas meras palavras, não pretendo respostas dadas a mim, mas responde para ti mesmo:
- Será que nos conhecemos de facto?
- Quem és tu?
- Conheces-te de facto?
- Qual a tua essência?
- Qual o teu caminho?
- Qual a tua verdade?
Acredito que individualmente atravessamos um processo magnifico de altos e baixos, de sentimentos contraditórios e constragedores, apenas por um
motivo, com um intuito. Descobrir, perceber e caminhar sobre a nossa própria verdade.
Cada um tem a sua, somos um ser uno. Não é fascinante?
Acredito tambêm em etapas dentro de todo este processo, atenção que não me considero o dono da razão, e do conhecimento supremo, mas identifico algumas
etapas que me fazem sentido, algumas que considero fundamentais para o início de um processo de auto-conhecimento e tambêm, para os primeiros passos para
uma tranquilidade sem igual, para a paz para connosco.
O divino
Acreditar e reconhecer a sua existência, a força, tranquilidade que apenas este nos pode oferecer, assim como, o seu olhar atento. Os sinais que nos
transmite, as punições que pratica sobre nós e as dadivas que nos dá.
Reconhecimento Próprio
Reconhecer e compreender que somos meramente uma alma, um espírito, que escolheu vir ao mundo e passar por todo este processo de vivência.
Façam merecer esta vida. Foram vocês que escolheram cá estar.
Perdoar
A meu ver, um dos passos mais importantes de todo este processo, este percurso.
Perdoar não é esquecer, é perdoar simplesmente.
Reparem, quem somos e com que direito apontamos o dedo, guardamos rancor, criticamos, castigamos os outros os nós mesmos, quem somos para considerar
o que é justo, avaliar (que palavra terrivel), avaliar comportamentos, acções...
Perdoar. É necessário perdoar. Se não sabemos a nossa própria verdade e mesmo quando o sabemos, saberemos a dos outros? As acções, os comportamentos de
outrém não fará parte da verdade dessa mesma pessoa? Cada um tem a sua e temos que aprender a perdoar, aceitar, compreender... perdoar.
Este percurso está cheio de desilusões, não queiram ser a vossa própria.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
momentos
Há momentos inesquecíveis neste percurso fantástico de nome vida. Momentos em que conhecemos percursos, almas, momentos em que sorrimos, momentos de tristeza. Situações em que apenas um olhar um simples olhar revela a verdadeira natureza do ser. Esta noite gostaria de deixar a todos vós um abraço. É bom e sabe muito muito bem ver alguém a sorrir, ver uma criança a falar na sua mais pura inocência, ver alguém a descobrir o seu próprio eu, a sua verdadeira essência e a sua própria verdade. Acima de tudo... é maravilhoso poder partilhar a minha existência
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A Perfect Circle - What`s Going On
Uma doce melodia com uma mensagem de alteração de mentalidades. O que se passa com o ser humano que não percebe o que o rodeia? Porque fazemos isto a nós mesmos?
Mother, mother
There's too many of you crying
Brother, brother
Far too many of you dying
You know we've got to find a way
To bring some lovin' here today
Father, father
We don't need to escalate
War is not the answer
Only love can conquer hate
You know we've got to find a way
To bring some lovin' here today
Picket lines and picket signs
Don't punish me with brutality
Talk to me, so you can see
What's going on
What's going on
What's going on
What's going on
Father, father
everybody thinks we're wrong
But who are they to judge us
Simply 'cause our hair is long
You know we've got to find a way
To bring understanding here today
Picket lines and picket signs
Don't punish me with brutality
Talk to me
So you can see
What's going on
What's going on
What's going on
What's going on
Subscrever:
Comentários (Atom)